terça-feira, 9 de outubro de 2012

Antigas metas de um ano não tão novo ou: Não seja vítima da rotina



Enfim, demorou, mas voltei a postar novamente, o primeiro semestre desse ano foi uma grande correria, estou cursando algumas disciplinas optativas na faculdade, me envolvendo com as atividades do “Projeto Dignidade” da Fundação Dom Cabral, projeto no qual uma ideia de Startup desenvolvida por mim juntamente com meu amigo Rodrigo foi aprovada para receber mentoria da FDC. Sem dúvidas, foi um período de conversar com muita gente, um momento de muitos estudos em um curto espaço de tempo, mas eis que retorno a esse blog para falar de crescimento, a alegria do crescimento pessoal. Com base nessa alegria de desenvolver, de correr atrás, de batalhar por objetivos que retorno ainda mais disposto a usar esse espaço para discutir ideias, projetos, planejamentos, MOTIVAÇÃO.

Estive conversando com alguns amigos nesses últimos dias a respeito de metas, temos o costume de falar muito em metas geralmente em épocas como o começo de um novo ano, época em que todos planejam realizar mais no decorrer de “novos” 365 dias disponíveis. Todos criam grandes expectativas em relação à suas vidas e esperam, às vezes com muita sinceridade, que as coisas sejam melhores, todos têm sonhos e objetivos para mais um ano novo. Porém, no decorrer dos dias percebemos que a maioria das pessoas alcança pouco, senão nada, daquilo que tinha como objetivo, a verdade é que boa parte das pessoas sequer se lembram que traçaram objetivos fixos para o ano, e novamente nos vemos vítimas da rotina, vítimas dos outros, vítimas da frustração. Precisa sempre ser assim? Não há “remédio” para esse comportamento que nos acomete sem nos darmos conta?

Há uma necessidade em todos nós, seres humanos, uma necessidade que vai além das necessidades básicas de comer ou dormir, a necessidade de crescer, de ir além, de deixar sua "marca" no mundo de alguma forma. E quando digo deixar sua marca, não se trata necessariamente de ganhar rios de dinheiro, ficar famoso ou conquistar o emprego com um mega salário, trata-se na verdade de realizar aquilo que te torna independente e motivado a se levantar da sua cama todos os dias ou a dormir tarde todas as noites sem ficar cansado. Estamos todos nesse processo, que às vezes parece tão louco, tão insano, mas ao refletirmos verdadeiramente sobre isso, entendemos que essa é a nossa essência, a essência humana de descobrir mais, de avançar mais, de construir algo sólido na vida e assim, de alguma forma, contribuir para a construção do mundo.

O que tenho aprendido a cada dia é que a única forma de não nos deixarmos esquecer dos objetivos, aqueles traçados lá no começo do ano, é nos mantermos atentos ao que nos move, é não retirarmos das reflexões diárias aqueles motivos que nos fizeram ter uma meta, ou seja, é ter o hábito de refletir e conversar consigo mesmo todos os dias, mesmo que essa “conversa” ocorra ao final de um dia tenso, corrido, cansativo ou desmotivante.
Esse é um aprendizado da minha vivência. E quanto a você? Tem feito algo por aqueles objetivos que você traçou no começo de 2012? J