domingo, 2 de junho de 2013

E se o dinheiro não existisse...

Esse vídeo é muito interessante. A reflexão proposta nele complementa um pouco do que eu escrevi no post anterior. Três minutos e nove de segundos de vídeo que ajudam a recomeçar a semana com novas idéias na cabeça. Isso é bom.


sábado, 1 de junho de 2013

Olhar além do agora



A capacidade de olhar para o agora e enxergar além do que vemos precisa ser desenvolvida todos os dias. Acordar, levantar, realizar nossas tarefas cotidianas, nos mover em meio a uma série de situações que nos são postas todos os dias. A rotina é importante porque, de modo prático, representa o ritmo de nossas vidas, é o palco onde fazemos as coisas acontecerem dentro daquilo que nos propomos como pessoas, cidadãos, sonhadores. Ao mesmo tempo a rotina pode se tornar a grande prisão do nosso comodismo, o espaço onde vagamos dia após dia pensando em como ou onde gostaríamos de estar mas não tomando nenhuma atitude que nos faça trilhar a rota rumo ao que queremos. Costuma ser mais fácil se sentir vítima de tudo e de todos do que “ajustar as velas” do barco, repensar o que está sendo feito, olhar além do que está posto para nós agora, olhar exatamente aonde se quer chegar.

Olhar além do agora... Muitas vezes isso fica distante das nossas complexas realidades, às vezes é tão difícil imaginar outra realidade que não seja a que está posta agora que faz parecer impossível que haja outra. Mas há, a outra realidade é aquela que você quer, e se você quer então você PRECISA dimensionar ela para si mesmo. Nada, absolutamente nada irá mudar se não houver mudança na relação da pessoa consigo mesma. Às vezes tudo que precisamos é de uma boa dose de ânimo, ânimo para encarar a rotina e entender que ela não representa nosso passado e nem nosso futuro, ela é exatamente o momento que vivemos agora, ela é fruto das escolhas, aquelas que fizemos em outro momento do passado e o futuro será fruto das escolhas que estão sendo feitas exatamente agora.

Algo comum nas histórias de sucesso, sejam elas de empresários, criadores de impactantes movimentos sociais ou líderes de grandes movimentos religiosos, é que essas pessoas optaram por não se prender à realidade que as cercava, veja bem, não se prender à realidade que o cerca é muito diferente de se alienar da vida. Não podemos abdicar de nossas responsabilidades cotidianas, ao contrário, temos sim que executá-las e, de preferência, da melhor forma possível, mas não podemos permitir que elas se “apropriem” de nós, antes, somos nós sim proprietários dessas coisas, proprietários da nossa rotina, proprietários de nossas escolhas. Essa propriedade é que nos faz ter a capacidade de estar no agora mas, ao mesmo tempo, enxergar o futuro que queremos criar. Não faça da sua rotina uma prisão de conformismo, reclamações e insatisfação, faça dela o trampolim para criar uma nova realidade, a realidade que você sonha. Ninguém irá fazer isso por você.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

O Perigo de uma única história: O relato de Chimamanda Adichie

O relato dessa mulher surpreende pela mudança de realidade que ela conseguiu realizar na própria vida e, ao mesmo tempo, pela lições que ela aprendeu e pode transmitir à seus ouvintes a respeito de como pode ser danoso conhecer somente um lado de uma situação, povo ou cultura. É necessário entender a realidade por completo e não apenas parcialmente. Assistam.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A luta pela gestão do próprio tempo


Após alguns bons meses longe das postagens, retorno trazendo para esse espaço as minhas reflexões. Entre tantos motivos e prioridades que tenho estabelecido, esse blog precisava encontrar seu espaço e, até então, creio que ele encontrou. E pra retornar, quero falar sobre a questão central na vida de todos nós que é o tempo.

O tempo é, basicamente, o espaço que temos para fazer o que temos que fazer, ele não volta, ele não acelera, ele simplesmente está passando... Tentar encontrar a melhor forma de administrar meu tempo tem sido uma das minhas prioridades nos último meses, o acúmulo de compromissos que assumimos (com nós mesmos e com os outros) reflete diretamente na sensação de aperto que passamos para dar conta de tudo. Avaliando minha experiência pessoal, percebi que precisava priorizar algumas coisas e eliminar outras. A grande verdade é que o tempo é talvez o mais precioso recurso que dispomos. Não quero entrar aqui em uma reflexão filosófica sobre o tempo, quero tentar levar para o lado prático da questão. Atualmente parece que há uma sensação generalizada de falta de tempo, todos falam da "correria" (inclusive eu) do dia-a-dia e de como estão ocupadas e sem tempo, uma série de motivos nos leva a essa situação. Penso que uma delas é a que mania que temos de antecipar demais as coisas. Alguma vezes estamos almoçando e pensando no compromisso da tarde ou estamos conversando com amigos e pensando no compromisso marcado para a semana seguinte, a ausência da capacidade de nos concentrar no momento aumenta ainda mais a angústia de sentir que não temos tempo suficiente. Assumir compromissos acima da nossa capacidade também gera frustração, começamos a fazer um monte de coisas e no fim da contas não conseguimos fazer nada direito ou pelo menos da forma que gostaríamos de fazer. Não penso que haja soluções mágicas, há formas de tentar retomar para si a gestão do seu próprio tempo. No meu caso preciso sempre anotar tudo que preciso fazer em um dia, planejar ao máximo minha semana e tentar priorizar sempre o que é mais urgente. Meses atrás tive na Fundação Dom Cabral uma excelente aula do professor e life-couch Renato Braga sobre gestão do tempo. Em outro momento posso falar com mais detalhes sobre o conteúdo dessa aula, mas basicamente aprendi que é necessário sim planejar o seu tempo, prever seus horários, criar sua própria agenda (seja ela em uma planilha no computador ou em um pedaço de papel no bolso), abrangendo todas as áreas da vida, para que nenhuma escape à sua caneta. Quanto maior a dificuldade da pessoa em gerir o próprio tempo, maior controle e planejamento deve existir.

Como você lida com seu tempo? (ou com a falta dele?)

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Antigas metas de um ano não tão novo ou: Não seja vítima da rotina



Enfim, demorou, mas voltei a postar novamente, o primeiro semestre desse ano foi uma grande correria, estou cursando algumas disciplinas optativas na faculdade, me envolvendo com as atividades do “Projeto Dignidade” da Fundação Dom Cabral, projeto no qual uma ideia de Startup desenvolvida por mim juntamente com meu amigo Rodrigo foi aprovada para receber mentoria da FDC. Sem dúvidas, foi um período de conversar com muita gente, um momento de muitos estudos em um curto espaço de tempo, mas eis que retorno a esse blog para falar de crescimento, a alegria do crescimento pessoal. Com base nessa alegria de desenvolver, de correr atrás, de batalhar por objetivos que retorno ainda mais disposto a usar esse espaço para discutir ideias, projetos, planejamentos, MOTIVAÇÃO.

Estive conversando com alguns amigos nesses últimos dias a respeito de metas, temos o costume de falar muito em metas geralmente em épocas como o começo de um novo ano, época em que todos planejam realizar mais no decorrer de “novos” 365 dias disponíveis. Todos criam grandes expectativas em relação à suas vidas e esperam, às vezes com muita sinceridade, que as coisas sejam melhores, todos têm sonhos e objetivos para mais um ano novo. Porém, no decorrer dos dias percebemos que a maioria das pessoas alcança pouco, senão nada, daquilo que tinha como objetivo, a verdade é que boa parte das pessoas sequer se lembram que traçaram objetivos fixos para o ano, e novamente nos vemos vítimas da rotina, vítimas dos outros, vítimas da frustração. Precisa sempre ser assim? Não há “remédio” para esse comportamento que nos acomete sem nos darmos conta?

Há uma necessidade em todos nós, seres humanos, uma necessidade que vai além das necessidades básicas de comer ou dormir, a necessidade de crescer, de ir além, de deixar sua "marca" no mundo de alguma forma. E quando digo deixar sua marca, não se trata necessariamente de ganhar rios de dinheiro, ficar famoso ou conquistar o emprego com um mega salário, trata-se na verdade de realizar aquilo que te torna independente e motivado a se levantar da sua cama todos os dias ou a dormir tarde todas as noites sem ficar cansado. Estamos todos nesse processo, que às vezes parece tão louco, tão insano, mas ao refletirmos verdadeiramente sobre isso, entendemos que essa é a nossa essência, a essência humana de descobrir mais, de avançar mais, de construir algo sólido na vida e assim, de alguma forma, contribuir para a construção do mundo.

O que tenho aprendido a cada dia é que a única forma de não nos deixarmos esquecer dos objetivos, aqueles traçados lá no começo do ano, é nos mantermos atentos ao que nos move, é não retirarmos das reflexões diárias aqueles motivos que nos fizeram ter uma meta, ou seja, é ter o hábito de refletir e conversar consigo mesmo todos os dias, mesmo que essa “conversa” ocorra ao final de um dia tenso, corrido, cansativo ou desmotivante.
Esse é um aprendizado da minha vivência. E quanto a você? Tem feito algo por aqueles objetivos que você traçou no começo de 2012? J